ESTEROIDES E ANABÓLICOS
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ESTEROIDES E ANABÓLICOS
Esta droga injetável é conhecida por promover rápido ganho de força e volume muscular. É altamente androgênica e com boas propriedades anabólicas. Como a maior parte das testosteronas, esta droga tende a aromatizar facilmente, sendo provavelmente a maior responsável pelas ginecomastias entre culturistas.
Por reter muita água, pode causar acentuada elevação na pressão arterial em alguns usuários. É utilizada fora de temporada, quando o objetivo é ganhar peso. O Deposteron também tem a fama de atrofiar os testículos mais rapidamente do que qualquer outra droga do mercado, além de ocasionar perdas vertiginosas de força e volume tão logo a droga seja descontinuada. Encontra-se como recomendação o acompanhamento com Nolvadex durante a administração do cipionato. Na Europa o laboratório Leo produz o cipionato de testosterona com o nome de Testei, no Brasil a NOVAQUÍMICA produz o Deposteron.
Apresentação: Caixa com uma ampola de 200mg/ml. É produzido pela NOVAQUÍMICA no Brasil.
Posologia e Administração - DEPOSTERON
hipogonadismo, climatério e impotência (terapia de reposição masculina): 50 a 400 mg, I.M., a cada 2 a 4 semanas. Puberdade retardada masculina (terapia de reposição): 25 a 200 mg, a cada 2 a 4 semanas, por um período usualmente limitado a 6 meses. Antineoplásico, em câncer inoperável do seio (feminino): 200 a 400 mg, I.M., a cada 2 a 4 semanas. Vias e cuidados especiais de administração: o uso da agulha ou seringa úmidas por causar turvação na solução, o que não afeta, entretanto, a efetividade da medicação. Se, porventura, verificar a formação de cristais nas ampolas, o aquecimento e agitação podem proporcionar a redissolução imediata. A injeção intramuscular deve ser administrada profundamente no músculo glúteo ou no deltóide, em caso de indivíduos grandes. Não administrar intravenosamente. - Superdosagem: doses freqüentes podem desencadear sintomas de sobredosagem de remissão lenta, por tratar-se de medicamento, de longa ação. Recomenda-se suspender imediatamente o medicamento.
Precauções - DEPOSTERON
quando pacientes masculinos, acima de certa idade, são tratados com andrógenos, eles podem ter um risco maior de aumento de tamanho da próstata ou de desenvolvimento de câncer de próstata. Por esta razão, exames de próstata e de sangue são freqüentemente realizados antes de prescrever andrógenos a homens de mais de 50 anos. Os exames podem ser repetidos durante o tratamento. Fertilidade: durante o tratamento de longo prazo pode ocorrer oligospermia, azoospermia ou função reduzida do esperma, resultando em possível infertilidade, com remissão espontânea após a descontinuidade da terapia. Hipertrofia prostática aguda benigna: pacientes com esta condição podem desenvolver obstrução uretral aguda, exigindo suspensão imediata da medicação. Monitoramento: deve-se determinar freqüentemente os níveis séricos e urinários de cálcio em mulheres portadoras de carcinoma metastático do seio sob tratamento com testosterona. Durante o tratamento em meninos em idade pré-puberal, fazer radiografia óssea a cada 6 meses. Porfiria aguda intermitente: cautela em pacientes que já apresentam esse quadro. Andrógenos podem precipitar ataques desta afecção. É usualmente preferível iniciar o tratamento com doses terapêuticas plenas e ajustar posteriormente às características individuais. - Interações medicamentosas: os seguintes fármacos podem interagir com Deposteron: adreno, glico ou mineralocorticóides; corticotrofina, alimentos ou medicação contendo sódio (podem aumentar o risco de edema e predispor à acne). Antidiabéticos orais ou insulina (pode haver redução dos níveis séricos de glicose). Somatotrofina (pode acelerar a maturação das epífises). Medicamentos hepatotóxicos (a incidência de hepatotoxicidade pode ser aumentada).
Reações adversas - DEPOSTERON
as seguintes reações exigem acompanhamento médico: virilização e irregularidades menstruais em mulheres, irritabilidade na bexiga, ginecomastia, epididimite em homens. Anafilaxia, edema, eritrocitose, irritação gastrintestinal, hipercalcemia e policitomia, alopecia androgência, seborréia e acne, em homens e mulheres. Carcinoma, hipertrofia prostática e aumento do desejo sexual podem se desenvolver em pacientes idosos. São reações adversas de incidência rara ocorridas durante terapia de longo prazo ou com altas dosagens: necrose hepática, leucopenia, púrpura hepática. Outras reações raras são: constipação, náusea, diarréia, infecção, vermelhidão, dor ou irritação no local da injeção, alterações da libido, dor estomacal, dificuldade no sono, impotência, atrofia testicular, cefaléia, ansiedade, depressão, parestesia generalizada, apnéia do sono, rash cutâneo.
Contra-Indicações - DEPOSTERON
portadores de câncer do seio (masculino), câncer ou adenoma de próstata sabido ou suspeito, insuficiência cardíaca, hepática ou renal grave; indivíduos pré-púberes ou em estados agressivos; gravidez. - Advertências: no tratamento paliativo de câncer do seio descontinuar a terapia se após três meses a doença voltar a progredir ou se for verificada hipocalcemia em qualquer fase do mesmo. A androgenoterapia na mulher, mesmo de curta duração, pode precipitar virilização, particularmente vocal e pilosa. A androgenoterapia é desaconselhada para melhorar a performance atlética. Em crianças, deve-se usar Deposteron com cautela devido aos efeitos adversos no processo de maturação óssea, que pode ser acelerado sem produzir ganho compensatório no crescimento linear.
Indicações - DEPOSTERON
hipogonadismo primário congênito ou adquirido, quando há insuficiência testicular devido ao criptorquidismo, torsão bilateral, orquite, síndrome de ausência testicular ou orquidoctomia. Hipogonadismo hipogonadotrófico: quando há deficiência congênita ou adquirida de LH-RH (hormônio liberador do hormônio luteinizante) ou dano hipotalâmico-hipofisário devido a cirurgias, traumas, tumores ou radiação. Puberdade retardada: quando há padrão familiar de puberdade tardia, não secundária a uma desordem patológica, em pacientes que não responderam à terapia psicológica de suporte. Climatério masculino: como terapia repositora na impotência ou outros sintomas associados a esta desordem, quando a etiologia é devida a uma deficiência androgênica constatada. Desnutrição severa na velhice: desde que o aporte protéico seja suficiente. Anemias específicas: anemia aplástica, mielofibrosa, mieloesclerose, metaplasia mielóide agnogênica, anemias hipoplásticas causadas por malignidade ou drogas mielotóxicas. Carcinoma inoperável do seio: como tratamento paliativo secundário ou terciário do câncer metastático do seio em mulheres com tumores hormônio-receptivos ou que tenham demonstrado previamente resposta à terapia hormonal.
DECA DURABOLIN
ECA-DURABOLIN Solução injetável para administração intramuscular
APRESENTAÇÃO:
DECA-DURABOLIN 25 Embalagens com 1 ampola de 1 mL DECA-DURABOLIN 50 Embalagens com 1 ampola de 1 mL USO ADULTO E INFANTIL
COMPOSIÇÃO: Cada mL ampola contém 25 mg ou 50 mg de Decanoato de Nandrolona.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
DECA-DURABOLIN injetável deve ser conservado em local fresco e ao abrigo da luz. Seu prazo de validade é de 5 anos a partir da data de fabricação (marcado na embalagem externa).
Não usar medicamento com prazo de validade vencido, pois o seu efeito não será o desejado.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS
CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO: DECA-DURABOLIN deverá ser administrado por injeção intramuscular profunda, devido ao seu veículo oleoso. NAO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS
CARACTERÍSTICAS:
DECA-DURABOLIN é um preparado anabólico injetável. Após a injeção, o decanoato de nandrolona é gradualmente liberado do depósito intramuscular e subseqüentemente hidrolizado em nandrolona. A duração de ação é de cerca de 3 semanas. O perfil anabólico do DECA-DURABOLIN foi estabelecido em estudos metabólicos realizados em humanos. Esses demonstraram os efeitos anti-catabólico e poupador de proteína como também os efeitos favoráveis no metabolismo do cálcio (em casos de excreção) e aumento da massa óssea na osteoporose.
DECA-DURABOLIN é pouco provável de causar efeitos androgênicos (como por ex. virilização), nas doses recomendadas. A dissociação de efeitos androgênicos e anabólicos parece estar associada com a presença ou ausência da enzima 5-alfa-redutase em tecidos contendo receptores androgênicos. Pela 5-alfa-redução, a nandrolona passa a 5-alfa-dihidro-nandrolona, e essa se liga mais fracamente ao receptor androgênico do que à nandrolona. O reverso aplica-se à testosterona e a 5-alfa-dihidro-testosterona. Isso explica o efeito relativamente forte de nandrolona nos tecidos destituídos de atividades 5-alfa-redutase (por ex. tecido muscular) comparado ao efeito relativamente fraco nos tecidos com atividade alta de 5-alfa-redutase (por ex. próstata). A nandrolona é metabolizada no fígado. Foram identificadas na urina os seguintes metabólicos: 19-Norandrosterona, 19-Norepiandrosterona e 19-Nortiocolanolona, porém não foram demonstrados seus efeitos farmacológicos. DECA-DURABOLIN pode ser usado como um coadjuvante para terapias específicas e medidas dietéticas, em condições patológicas várias, caracterizadas por um balanço nitrogenado negativo. Resultados favoráveis têm sido obtidos com DECA-DURABOLIN como um adjuvante para nutrição parenteral. Em pacientes osteoporóticos, DECA-DURABOLIN tem demonstrado um aumento do teor mineral ósseo, detenção da perda óssea e uma redução do índice de fraturas. DECA-DURABOLIN também produz um notável alívio dos sintomas clínicos da osteoporose, em particular da dor dorso lombar.
INDICAÇÕES:
- Como adjuvante para terapias específicas e medidas dietéticas em condições patológicas caracterizadas por um balanço negativo de nitrogênio (por ex. durante doenças debilitantes crônicas, durante terapias prolongadas com glicocorticóides, após grande cirurgia ou trauma). – Osteoporose – 50 mg cada 2-3 semanas – Para tratamento paliativo de casos selecionados de carcinoma mamário disseminado em mulheres. – 50 mg cada 2-3 semanas
POSOLOGIA:
- Adultos: 25-50 mg cada 3 semanas – Crianças: mais de 30 Kg: 15 mg de cada 3 semanas 20-30 Kg: 7,5 – 10 mg cada 3 semanas 10-20 Kg: 5,0 – 7,5 mg cada 3 semanas menos de 10 Kg: 5,0 mg cada 3 semanas
OBS.: Para um efeito terapêutico favorável, é necessário administrar doses adequadas de vitaminas, minerais e proteínas em uma rica dieta calórica.
ADMINISTRAÇÃO:
DECA-DURABOLIN deverá ser administrado por injeção intramuscular profunda.
CONTRA-INDICAÇÕES: – Gravidez; – Suspeita ou casos confirmados de carcinoma prostático ou mamário no homem.
PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS: – Se aparecerem sinais de virilização, a descontinuação do tratamento deverá ser considerada. – Pacientes portadores das seguintes condições deverão ser monitorados: * Insuficiência cardíaca manifesta ou latente, disfunção renal, hipertensão, epilepsia ou enxaqueca (ou história dessas condições), desde que os anabólicos esteróides podem, ocasionalmente, induzir a retenção de líquidos. * Diabetes, desde que os anabólicos esteróides podem aumentar a tolerância à glicose e diminuir a necessidade de insulina ou outras drogas antidiabéticas. * Crescimento estrutural incompleto, desde que os anabólicos esteróides em altas doses podem acelerar o fechamento das efífises. Carcinoma mamário e metástases ósseas, desde que os anabólicos esteróides podem induzir hipercalcemia e hipercalciúria nestes pacientes. * Disfunção hepática.
EFEITOS COLATERAIS:
Altas doses, tratamento prolongado e/ou administração muito freqüente podem provocar: – Virilização, que aparece em mulheres sensíveis, como rouquidão, acne, hirsutismo e aumento da libido, em meninos pré-púberes, como um aumento da freqüência de ereções e aumento fálico, em meninas, como um aumento dos pêlos pubianos e hipertrofia clitoriana. Rouquidão pode ser o primeiro sintoma da alteração vocal que pode resultar num duradouro e algumas vezes irreversível engrossamento da voz. – Amenorréia e inibição da espermatogênese. – Fechamento epifisário prematuro. – Retenção de água e sal. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MéDICA!
Existe também a idéia de que a Deca retêm água no tecido conectivo, aliviando dores articulares. Isto ainda não foi comprovado. Existe um estudo em mulheres pós-menopausa que mostra um aumento na síntese de colágeno na utilização de Deca e em outro estudo observa-se um aumento no conteúdo mineral dos ossos.
Em ambos estudos, foram usadas doses muito pequenas. Estimando-se, baseado nesses dois estudos, atletas que queiram utilizar Deca com um desses dois objetivos (aumentar a síntese de colágeno e a mineralização dos ossos) podem usar uma dosagem próxima de 100 mg / semana. Essa é a maior dose que esses dois estudos usaram com sucesso. Mesmo com metade dessa dose, em pacientes HIV+ que apresentavam grandes perdas, uma injeção de 100 mg / EOW (semana sim, semana não) de Deca resultou em um significante ganho de peso. Uma dose como essa nunca é recomendada à um atleta, somente serve para mostrar as fortes propriedades anabólicas da Deca.
Deca é um anabólico muito bom, causando bons ganhos em qualidade muscular. Isso pode estar relacionado com a sua força moderada de ligação ao receptor androgênico (AR), ou existem muitos efeitos positivos mediados por receptores não-androgênicos. Um efeito notável é a retenção de nitrogênio, que é o fator mais importante no crescimento muscular e nos ganhos de massa magra. Em um estudo com baixas doses (65 mg/ semana) e outro com altas doses (200 mg/ semana) foi possível notar um aumento significante na retenção de nitrogênio (33-52g nitrogênio/14 dias, o que representa ganhos de 0.5 a 0.9kg de massa muscular/semana), aumento do peso em 4.5+/-1.2kg sendo 3.1+/-0.5kg de massa magra e aumento da performance cardiovascular . O estudo que usou maiores dosagens teve melhores resultados?? Estudos empíricos mostram que sim, sendo recomendadas doses de 400- 600 mg / sem para ganho de massa muscular.
Além disso não foi notado aumento na concentração plasmática de homocisteína (fator de risco para doenças cardiovasculares) em ratos machos que sofreram administração de 3 e 10mg/kg de Deca semanalmente por 14 semanas.
A administração de 200mg/sem de Deca em bodybuilders experientes por 8 semanas levou a um aumento do peso corporal, massa muscular, massa gorda, densidade mineral óssea, conteúdo mineral ósseo e não afetou a hidratação da massa magra.
Deca apresenta um longo tempo de ação. Como um adjuvante para terapias específicas e medidas dietéticas em condições patológicas caracterizadas por um balanço negativo de nitrogênio, (por ex.: durante doenças debilitantes crônicas, durante terapias prolongadas c/ glicocorticóides, após grande cirurgia ou trauma).
Existe também a idéia de que a Deca retêm água no tecido conectivo, aliviando dores articulares. Isto ainda não foi comprovado. Existe um estudo em mulheres pós-menopausa que mostra um aumento na síntese de colágeno(1) na utilização de Deca e em outro estudo observa-se um aumento no conteúdo mineral dos ossos(2). Em ambos estudos, foram usadas doses muito pequenas. Estimando-se, baseado nesses dois estudos, atletas que queiram utilizar Deca com um desses dois objetivos (aumentar a síntese de colágeno e a mineralização dos ossos) podem usar uma dosagem próxima de 100 mg / semana. Essa é a maior dose que esses dois estudos usaram com sucesso. Mesmo com metade dessa dose, em pacientes HIV+ que apresentavam grandes perdas, uma injeção de 100 mg / EOW (semana sim, semana não) de Deca resultou em um significante ganho de peso(5). Uma dose como essa nunca é recomendada à um atleta, somente serve para mostrar as fortes propriedades anabólicas da Deca.
Deca é um anabólico muito bom, causando bons ganhos em qualidade muscular. Isso pode estar relacionado com a sua força moderada de ligação ao receptor androgênico (AR), ou existem muitos efeitos positivos mediados por receptores não-androgênicos. Um efeito notável é a retenção de nitrogênio, que é o fator mais importante no crescimento muscular e nos ganhos de massa magra. Em um estudo com baixas doses (65 mg/ semana) e outro com altas doses (200 mg/ semana) foi possível notar um aumento significante na retenção de nitrogênio (33-52g nitrogênio/14 dias, o que representa ganhos de 0.5 a 0.9kg de massa muscular/semana), aumento do peso em 4.5+/-1.2kg sendo 3.1+/-0.5kg de massa magra e aumento da performance cardiovascular. O estudo que usou maiores dosagens teve melhores resultados?? Estudos empíricos mostram que sim, sendo recomendadas doses de 400- 600 mg / sem para ganho de massa muscular.
Além disso não foi notado aumento na concentração plasmática de homocisteína (fator de risco para doenças cardiovasculares) em ratos machos que sofreram administração de 3 e 10mg/kg de Deca semanalmente por 14 semanas.
A administração de 200mg/sem de Deca em bodybuilders experientes por 8 semanas levou a um aumento do peso corporal, massa muscular, massa gorda, densidade mineral óssea, conteúdo mineral ósseo e não afetou a hidratação da massa magra.
DURATESTON
DURATESTON
Propionato
Solução injetável para administração
intramuscular
Composição - DURATESTON
Cada ampola contém: Propionato de testosterona 30 mg; Fenilpropionato de testosterona 60 mg; Isocaproato de testosterona 60 mg; Decanoato de testosterona 100 mg; Óleo de amendoim q.s.p. 1 ml; álcool benzílico 0,1 ml.
Informações técnicas - DURATESTON
DURATESTON é um preparado androgênico para administração intramuscular contendo quatro ésteres diferentes do hormônio natural, a testosterona. O propionato de testosterona tem um rápido início e uma curta duração de ação. O fenilpropionato e o isocaproato de testosterona têm um início de ação mais lento, porém uma duração de ação mais prolongada. Pela combinação desses ésteres de testosterona, a ação de DURATESTON inicia-se logo após a injeção e é mantida por aproximadamente três semanas. DURATESTON é geralmente bem tolerado e não possui efeito adverso sobre o fígado.
Indicações - DURATESTON
Em terapia de reposição da testosterona em distúrbios hipogonadais no homem, p. ex.: após a castração; eunucoidismo; hipopituitarismo; impotência endócrina; sintomas do climatério masculino, tais como diminuição da libido e decréscimo da atividade mental e física; certos tipos de infertilidade originária de distúrbios da espermatogênese. Sobretudo, a terapêutica com testosterona pode ser indicada em osteoporose de origem deficitária de andrógenos.
Posologia - DURATESTON
Em geral, a dosagem deve ser ajustada de acordo com a resposta individual do paciente. Usualmente, uma injeção de 1 ml cada 3 semanas é o adequado.
Administração - DURATESTON
DURATESTON deverá ser administrado por injeção intramuscular profunda.
Contra-indicações - DURATESTON
História ou suspeita de carcinoma prostático ou mamário.
Precauções e advertências - DURATESTON
Se ocorrerem reações adversas associadas ao andrógeno, o tratamento deverá ser interrompido e após o desaparecimento dos sintomas ser retomado numa dosagem menor. Pacientes portadores das seguintes condições: insuficiência cardíaca latente ou manifesta, disfunção renal, hipertensão, epilepsia ou enxaqueca (ou história dessas condições) devem ser monitorados uma vez que os andrógenos podem, ocasionalmente, introduzir a retenção de sais e água. Os andrógenos devem ser usados cautelosamente em meninos pré-púberes para evitar a soldadura prematura da epífise ou desenvolvimento sexual precoce. Uma diminuição no iodo ligado à proteína (PBI) poderá ocorrer, mas isso não tem significado clínico.
Reações adversas - DURATESTON
As seguintes reações adversas têm sido associadas com a terapêutica androgênica: Priapismo e outros sinais de estimulação sexual excessiva. Em meninos pré-púberes: o desenvolvimento sexual precoce, um aumento na freqüência de ereção, aumento do fálico e a soldadura prematura da epífise. Oligospermia e diminuição do volume ejaculatório. Retenção de água e sal.
HEMOGENIN
Esta droga é conhecida como o esteróide oral mais poderoso que um culturista pode administrar, mas sua função terapêutica é a de aumentar a produção de células vermelhas no sangue (eritropoiese). É utilizada no tratamento de alguns tipos de anemia e em alguns estágios de AIDS, mas recentemente outra droga não esteroidal (EPO) vem substituindo a oximetolona.
O medicamento originalmente produzido pela Syntex foi retirado das prateleiras no Brasil e passou a ser produzido por outro laboratório com o mesmo nome, Hemogenim. É encontrado em outros países com o nome de Anadrol ou Anapolon. Ele pode ocasionar um rápido ganho de força e volume muscular; mas, devido à sua alta toxidade ao fígado – é um 17 -alfa alquelado – a dose e o ciclo de utilização devem ser limitados. Sua utilização em dose muito elevada pode salientar os efeitos colaterais. Um único comprimido vem com a dosagem de 50 mg, mas a oximetolona não é efetiva apenas por sua concentração, como pensam alguns. Paradoxalmente, em dosagem inferior a droga não funciona bem, pois não se liga eficientemente aos receptores celulares. Portanto, a prática de dividir o comprimido em dois não é adequada. O mesmo não acontece com a oxandrolona, que vem em doses de apenas 2 mg e o stanozolol em 5mg.
Mesmo em dosagem menor, para limitar alguns efeitos colaterais, é comum o acompanhamento com o citrato de tamoxifeno ou anastrozol. Mulheres não utilizam a oximetolona.
Existem várias narrativas de abuso dessa poderosa droga, com narrações da administração bizarra de até dez comprimidos por dia!.Talvez por parte de indivíduos extremamente mal informados e! ou que desejam resultados geometricamente proporcionais às dosagens. Também devemos levar em conta que drogas orais são bem atrativas para quem teme injeções intramusculares.
Contrariando a crença de que a maioria só utiliza a oximetolona em fase fora de temporada, essa droga também vem sendo usada, por alguns atletas na Europa, em fase pré-competição. Eles acreditam que o medicamento aumentará o volume sangüíneo, sendo utilizado em associação com o anastrozol, ao invés do tamoxifeno, como inibidor de aromatase para a droga.
A dosagem para homens pode variar de 1 a 2 comprimidos e distribuída durante o dia. O tempo de uso não deveria ultrapassar 5 semanas e o intervalo mínimo entre administrações deveria ser de 6 a 8 semanas.
HEMOGENIN
OXIMETOLONA
Comprimidos
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO – HEMOGENIN
Comprimidos. Cartuchos com 10 comprimidos, em blisters de 10.
USO ADULTO E INFANTIL
COMPOSIÇÃO – HEMOGENIN Cada comprimido contém:
Oximetolona ……………….. 50mg
Excipientes q.s.p. ……………….. 1 comprimido
(amido de milho, estearato de magnésio, lactose, polivinilpirrolidona e metanol).
INFORMAÇÃO AO PACIENTE – HEMOGENIN
. O HEMOGENIN contém a oximetolona, potente droga anabolizante androgênica.
. Os medicamentos devem ser sempre conservados em local fresco e seco, em condições de higiene, mantendo seus rótulos de
maneira visível e legível para fácil identificação no momento de usar.
. HEMOGENIN apresenta- se em blisters contendo 10 comprimidos.
. O prazo de validade do produto consta na embalagem externa.
. Evitar o uso de medicamentos com prazo de validade esgotado.
. O medicamento está indicado no tratamento de anemias causadas pela deficiente produção de glóbulos vermelhos.
. Ocorrendo uma gravidez, seu médico assistente deverá ser imediatamente informado.
. O medicamento deverá ser tomado sob estrita vigilância médica e de acordo com a posologia recomendada nesta bula.
. Informar imediatamente seu médico assistente, quando da ocorrência de qualquer reação desagradável.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
. O medicamento é contra- indicado em várias situações em que somente o seu médico poderá avaliar os riscos às necessidades de utilizar a droga. Entre as contra-indicações pode-se citar: gravidez, nefrose ou fase nefrótica de nefrites, hipersensibilidade, insuficência hepática grave e carcinomas da próstata e da mama, no homem, e da mama, na mulher com hipercalcemia.
. O medicamento pode causar toxicidade hepática, virilização, deficiências de ferro e deve ser administrado com muita cautela a pacientes com moléstias cardíaca, renal ou hepática e em crianças.
INFORMAÇÃO TÉCNICA – HEMOGENIN
A oximetolona,uma potente droga anabolizante e androgênica, acentua a produção e excreção urinária de eritropoetina em pacientes com anemias devidas à deficiência da medula óssea e, muitas vezes, estimula a eritropoiese e em anemias devidas à deficiente produção de eritrócitos.
INDICAÇÕES – HEMOGENIN
A oximetolona (comprimidos com 50mg) está indicada no tratamento de anemias causadas pela produção deficiente de eritrócitos. A anemia aplástica adquirida, a anemia aplástica congênita, a mielofibrose e as anemias hipoplásticas devidas à administração de substâncias mielotóxicas, muitas vezes respondem ao tratamento. A administração de oximetolona (comprimidos com 50mg) não deve excluir outras medidas de suporte tais como transfusões de sangue, correção do ferro, do ácido fólico, da vitamina B12 e da piridoxina, terapia antibacteriana e o uso apropriado de corticosteróides.
CONTRA-INDICAÇÕES – HEMOGENIN
Antes da instituição da terapia, o médico deve pesar os riscos envolvidos frente às necessidades do paciente, uma vez que os agentes anabolizantes são geralmente contra- indicados nas seguintes situações:
1.Carcinoma da próstata ou da mama em pacientes do sexo masculino.
2.Carcinoma da mama em pacientes do sexo feminino com hipercalcemia; os esteróides anabólicos androgênicos podem estimular reabsorção osteolítica dos ossos.
3.Gravidez: a oximetolona pode ser nociva ao feto, quando administrada a mulheres grávidas. Por isso, está contra- indicado em mulheres grávidas ou que venham a engravidar. Se a paciente engravidar durante a administração da droga, ela deve ser informada do perigo potencial ao feto.
4.Nefrose ou fase nefrótica da nefrite.
5.Hipersensibilidade.
6.Insuficiência hepática severa.
ADVERTÊNCIAS – HEMOGENIN
Devido aos seus graves efeitos colaterais, os esteróides anabolizantes não devem ser usados para estimular as condições atléticas.
Em pacientes com câncer da mama, a terapia androgênica pode causar hipercalcemia por estimulação da osteólise. Neste caso a droga deve ser descontinuada.
PRECAUÇÕES – HEMOGENIN
1. Hepatotoxicidade.
Os efeitos hepatotóxicos, incluíndo icterícia, são comuns nas dosagens prescritas.
A icterícia clínica pode ser indolor, com ou sem prurido. Ela pode também ser associada com aumento hepático agudo e dor no quadrante superior direito, o que pode levar à suposição enganosa de obstrução aguda (requerendo cirurgia) do ducto biliar.
A icterícia induzida por droga é usualmente reversível quando a medicação é descontinuada. A terapia continuada tem sido associada a coma hepático e morte. Devido à hepatotoxicidade associada à administração de oximetolona, são recomendados testes periódicos da função hepática.
Carcinoma hepatocelular e “peliosis hepatis” (uma rara condição de etiologia mal definida, consistindo de cistos contendo sangue, no fígado), têm sido observados em pacientes com anemia aplástica congênita e adquirida, tratados com oximetolona e outros andrógenos por períodos prolongados. Em alguns casos, a retirada da droga tem sido associada à regressão das lesões hepáticas.
2. Virilização.
Pode ocorrer virilização na mulher. A amenorréia usualmente aparece na mulher adulta, mesmo na presença de trombocitopenia. Não é recomendada a administração concomitante de grandes doses de agentes progestacionais para controle da menorragia.
3. Deficiência de ferro.
O desenvolvimento da anemia ferropriva, manifestada por baixo teor de ferro sérico, e o percentual diminuído de saturação da transferrina têm sido observados em pacientes tratados com oximetolona.
É recomendável a periódica determinação do ferro sérico e da capacidade de conjugação férrica. Se for constatada deficiência de ferro, a mesma deve ser tratada adequadamente com ferro suplementar.
4.Tem sido observada leucemia em pacientes com anemia aplástica tratados com oximetolona. A responsabilidade da oximetolona, se houver, não está clara, porque a transformação maligna tem sido observada em discrasias sangüíneas e leucemias têm sido relatadas em pacientes com anemia aplástica não tratadas com oximetolona.
5.É necessário cautela ao administrar esses agentes a pacientes com moléstias cardíaca, renal ou hepática. Edema, com ou sem insuficiência cardíaca congestiva, pode ocorrer ocasionalmente. A administração concomitante com corticosteróides ou ACTH pode contribuir para o edema, isto é geralmente controlável, com terapias diurética e/ou digitálica apropriadas.
6.Pode desenvolver-se hipercalcemia, tanto espontaneamente como por resultado de terapia hormonal, em mulheres com carcinoma disseminado da mama. Se isto ocorrer durante o tratamento com esse medicamento, ele deve ser suspenso.
7.Esteróides anabólicos podem aumentar a sensibilidade aos anticoagulantes.
Pode tornar- se necessário diminuir a dose de anticoagulantes a fim de manter o tempo de protrombina em nível terapêutico desejável.
8.Tem-se observado que os esteróides anabolizantes alteram os testes de tolerância à glicose. Os diabéticos devem ser cuidadosamente observados e a insulina ou a dosagem de hipoglicemiantes orais devem ser ajustados de acordo.
9.Os esteróides anabolizantes devem ser usados com cautela em pacientes com hipertrofia prostática benigna. Pacientes geriátricos do sexo masculino tratados com esteróides anabolizantes androgênicos podem ter um risco aumentado no desenvolvimento de hipertrofia da próstata e carcinoma prostático.
10.Alterações dos lipídios sangüíneos que, como se sabe, estão associadas ao risco de aumento de arteriosclerose, têm sido observadas em pacientes tratados com andrógenos esteróides anabolizantes.
Estas alterações incluem decréscimo da lipoproteína de alta densidade e algumas vezes aumento da lipoproteína de baixa densidade. As alterações podem ser muito acentuadas e podem ter um sério impacto no risco de arteriosclerose e doença arterial coronariana.
11.Os esteróides anabólicos/androgênicos devem ser usados com muita cautela em crianças. Os agentes anabólicos podem acelerar a maturação epifiseal mais rapidamente do que o crescimento linear em crianças, e o efeito pode persistir por 6 meses após a descontinuação da droga. Portanto, a terapia deve ser monitorada por estudos radiográficos a intervalos de 6 meses, a fim de evitar o risco de comprometer a altura do adulto.
12.Não se sabe se os esteróides anabólicos são excretados pelo leite materno. Devido ao risco potencial de reações adversas em crianças amamentadas com leite materno possivelmente contendo esteróides anabólicos, mulheres que tomam Oximetolona não devem amamentar.
REAÇÕES ADVERSAS – HEMOGENIN
1.A hepatotoxicidade é a reação adversa mais grave associada à terapia com esteróides anabolizantes. O aumento reversível na retenção da bromossulfaleína pode ocorrer precocemente e parece estar diretamente relacionado à dose. O aumento da bilirrubina sérica, com ou sem aumento da fosfatase alcalina e transaminases (TGO e TGP), indicam um maior grau da disfunção excretora. Icterícia clínica, que é reversível quando a droga é descontinuada, pode ocorrer. O quadro histológico é o de uma colestase intra- hepática, com pouca ou nenhuma lesão celular. A terapia continuada pode estar associada a coma hepático e morte.
2.A virilização é o efeito indesejável mais comum associado à terapia com esteróides anabolizantes. Pode ocorrer acne frequëntemente em todas as faixas etárias.
Jovens pré- púberes do sexo masculino: os primeiros sinais de virilização em jovens pré-púberes do sexo masculino são um alargamento do pênis e aumento da freqüência das ereções. Hirsutismo e aumento da pigmentação da pele pode também ocorrer.
Jovens pós- púberes do sexo masculino: inibição da função testicular com oligospermia, diminuição do volume seminal, alteração de libido e impotência podem ocorrer com prolongada ou intensiva terapia anabólica. Ginecomastia à atrofia testicular pode ocorrer. Priapismo crônico, padrões masculinos de perda de cabelo, epididimite e irritabilidade da bexiga têm sido relatados.
Em mulheres: hirsutismo, espessamento ou aprofundamento da voz, aumento do clítoris, alteração da libido e irregularidades menstruais a padrões masculinos de calvície pode ocorrer. Alteração da voz e o aumento do clítoris usualmente são irreversíveis mesmo após a imediata descontinuação da terapia.
O uso de estrógenos em combinaçào com andrógenos não previnem a virilização em mulheres.
3.Outras reações adversas associadas à terapia anabólico-androgênica incluem: cãimbras, náuseas, excitação e insônia, calafrios, sangramento em pacientes em terapia anticoagulante concomitante, fechamento prematuro da epífese em crianças, vômitos, diarréia.
4.Alterações nos seguintes testes clínico-laboratoriais: FBS e teste da tolerância à glicose.
Testes da função tireoideana: um decréscimo do PBI, na capacidade de conjugação da tiroxina à fixação do iodo radioativo, e pode ocorrer um aumento da fixação do T3 pelos eritrócitos ou resina. A tiroxina livre é normal. Os testes alterados usualmente persistem por duas a três semanas após interrupção da terapia anabólica.
Eletrólitos: retenção do sódio, cloretos, água, potássio, fosfatos e cálcio.
Supressão dos fatores de coagulação II, V, VII e X. Aumento da creatina e excreção da creatinina perdurando por até duas semanas após a descontinuação da terapia.
Redução da excreção dos 17- cetosteróides.
5.Têm havido raros relatos de neoplasias hepatocelulares à “peliosis hepatis” associados à terapia prolongada com esteróides andrógenos-anabolizantes.
DOSE E ADMINISTRAÇÃO – HEMOGENIN
A dose recomendada em crianças e adultos é de 1 a 5mg/kg do peso corporal por dia. A dose usualmente eficaz é de 1 a 2 mg/kg/dia, mas doses mais altas podem ser necessárias e a dosagem deve ser individualizada. A resposta nem sempre é imediata e uma prova terapêutica mínima de 3 a 6 meses deve ser feita.
Seguindo- se a remissão, alguns pacientes podem ser mantidos sem a droga e outros podem ser mantidos a uma dose diária estabelecida mais baixa. Uma terapia contínua é geralmente necessária em pacientes com anemia aplástica congênita.
DINABOL
Com o nome de Dianabol esta droga foi inicialmente produzida nos EUA pela CISA, porém a produção parou há muitos anos, de forma que, se você encontrá-la com este nome muito provavelmente é falsificada ou vencida há muitos anos, porém a mesma droga é encontrada com os seguintes nomes: Anabol produzido na Tailândia; Metandionona-5 da Finlândia; Andoredan e Encephan, no Japão, Metanabol na Polônia, Nerobol na Hungria, Pronabol-5, na Índia, Stenolon, na República Checa e Naposim, na Romênia.
Este foi e é um dos esteróides orais mais populares, principalmente entre aqueles que não são muito chegados ao desconforto de injeções. Esta droga, em doses adequadas, mostra ser bastante androgênica, causando significativos ganhos em força e volume muscular em questão de algumas semanas de uso. A maior parte do ganho em força, deve-se ao potencial de retenção hídrica causado por este esteróide o que o torna muito válido enquanto estiver em fase de aumento de massa muscular, mas indesejável em fase pré-competição (definição). Por ser um alpha-alquelado tem efeito bastante tóxico ao fígado em altas dosagens. Por aromatizar, pode causar ginecomastia em algumas pessoas e também a acne é problema para alguns. Para evitar ginecomastia normalmente é acompanhada a administração desta droga com o uso de citrato de tamoxifena (Nolvadex). Mulheres devem evitar o uso desta droga, porém se decidirem utilizá-la, a dosagem deve ser baixa. Para homens a combinação de metandrostenolona e Deca-Durabolin (17-decanoato de nandrolona) por semana, normalmente causa drásticos aumentos de força e massa muscular, sendo uma das séries mais eficientes e seguras que se pode fazer.
Apresentação: Usualmente comprimidos de 5mg em embalagens diferentes, dependendo do laboratório. Anabol é vendido em embalagem plástica contendo mil comprimidos. Pronabol-5 em caixa rosa contendo 50 comprimidos. A produção de Pronabol-5 foi interrompida, mas ainda podem se encontrar estoques em diversos lugares na Europa.
Esse é o segundo esteróide produzido. O primeiro foi a testosterona, que foi descoberta em meados de 1900 e testada pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial, na tentativa de produzir soldados melhores. Atletas russos no campeonato mundial de 1953, assim como nas Olimpíadas, usaram testosterona com grande sucesso. Depois disso, John Ziegler, que era o médico do time de levantadores dos EUA, se uniu a Ciba Pharmaceuticals para desenvolver algo para os atletas americanos. Em 1956 saiu o Dianabol, ou Dbol como é conhecido entre os atletas. Originalmente dizia-se que 10mg/dia era o suficiente para prover uma total reposição androgênica em homens. Dr. Ziegler recomendava de 5-10mg/dia para seus atletas. Coincidentemente essa era a dose tomada por bodyduilders na década de 70. Sim, essa era a dose de Arnold, Zane e seus companheiros, simplesmente combinada com alguma testosterona. Miligrama por miligrama, o dianabol é mais potente que a testosterona.
Bom, vamos ao que interessa. Dianabol é achado na forma de pílulas e na forma injetável (sob o nome de Reforvit-B que consiste em 25mg de metandrostenolona com vitaminas do complexo B). É um esteróide 17aa o que indica que recebeu um grupo alquila no carbono da posição 17a para sobreviver ao metabolismo de primeira passagem no figado e manter-se na corrente sanguínea. Ele aumentará a sua pressão arterial(4) e é hepatotóxico, portanto cuidado. Porém, vê-se pessoas tomando 100mg/dia e não sofrendo qualquer efeito colateral, assim como ume estudo que usa essa dose e os pacientes não sofreram nenhuma efeito colateral(7). Vamos examinar o estudo mais a fundo.
Nesse estudo, feito na década de 80, uma alta dose de Dbol (100mg/dia por 6 semanas) diminui os níveis plasmáticos de testosterona para 40%, o nível plasmático de GH aumentou três vezes, LH caiu para 80% e FSH caiu um terço. A massa gorda não aumentou signifcantemente e a massa magra aumentou em algo entre 2-7kgs. Os pesquisadores concluiram que o Dbol aumenta amassa magra assim com a força e o rendimento.
Assim como outros esteróides 17aa, Dbol se liga fracamente aos receptores androgênicos (AR), assim grande parte dos seus efeitos é atribuida a mecanismos independentes do receptor AR. Isso também indica que ele sofre pouca aromatização e tem pouca influência no sitema endócrino natural(12). Isso significa que os usuários de Dbol por curtos períodos e baixas doses não precisam se preocupar com as quedas nos níveis de testosterona natural. Lógico que esse efeito é dose dependente e em usuários que usam altas doses (30/+mg/dia) ja se pode notar os efeitos colaterais androgênicos.
Dbol também não afeta os níveis de colesterol em doses moderadas(15) e parece ser benéfica em atletas por estocar potássio(14).
Então, como podemos incluir isso em nossos ciclos. Certamente a inclusão de Dbol em qualquer parte do ciclo vai produzir ganhos melhores, mas ele é mais comumente usado de duas formas:
1) No começo dos ciclos para promover ganhos rápidos 2) Como ponte entre ciclos, para manter-se os ganhos
Vamos estudar os dois usos
No início dos ciclos convem-se combinar esteróides orais de ação rápida como dianabol combinados com esteróides injetáveis de ação longa. A razão para isso é que o esteróide oral (Dbol no caso) vai produzir ganhos quase imediatos, enquanto o injetável vai levar tempo para produzir resultados. O resultado final é que você começa a ver resultados na primeira semana do seu ciclo e continua até o final dos injetáveis. O seu uso costuma variar entre 25-50mg/dia de Dbol (tendo relatos de até 100mg/dia) por 3 a 6 semanas iniciais do ciclo (o tempo médio para essa dose de ataque é de 4 semanas) e depois cessar seu uso quandos os injetáveis começarem a produzir resultados. A dose deve ser fracionada de acordo com a meia vida da droga, que é de 3-6 horas.
Para ter uma ponte de sucesso entre os ciclos (e isso significa usar doses baixas de esteróides, no caso Dbol) você precisa recuperar seus niveis hormonais os níveis do pré-ciclo ou, no mínimo, a parâmetros aceitaveis. A ideia aqui é você não perder nenhum ganho e a baixa dose de Dbol ajudará você a mantê-los. Tipicamente usa-se 10mg/dia de Dbol combinado com uma TPC agressiva com Tamoxifeno (e/ou Clomifeno) e hCG. Isso dará a você a reposição androgênica completa do Dbol e uma recuperação do seus níveis hormonais pela TPC. Lembre-se, a dose de 100mg/dia de Dbol do estudo que vimos acima não diminuiram os níveis de LH, FSH e testosterona a um nível onde a recuperação se torna impossível, e certamente não é 1/10 dessa dose com uma TPC agressiva que o fará.
Convem dizer também, que a teoria do “mais é melhor” deve ser revista. Foram verificados altos níveis de metandrostenolona inalterada na urina de pessoas que usavam altas doses(13). Isso pode indicar que baixas doses tomadas ao longo do dia podem produzir melhores resultados.
Essa é uma droga muito boa e pontente para ganhos rápidos ou para manter os ganhos, isso quando usada de modo segura e certo.
EFEITOS
Nesse estudo, feito na década de 80, uma alta dose de Dbol (100mg/dia por 6 semanas) diminui os níveis plasmáticos de testosterona para 40%, o nível plasmático de GH aumentou três vezes, LH caiu para 80% e FSH caiu um terço. A massa gorda não aumentou signifcantemente e a massa magra aumentou em algo entre 2-7kgs. Os pesquisadores concluiram que o Dbol aumenta amassa magra assim com a força e o rendimento.
Assim como outros esteróides 17aa, Dbol se liga fracamente aos receptores androgênicos (AR), assim grande parte dos seus efeitos é atribuida a mecanismos independentes do receptor AR. Isso também indica que ele sofre pouca aromatização e tem pouca influência no sitema endócrino natural(12). Isso significa que os usuários de Dbol por curtos períodos e baixas doses não precisam se preocupar com as quedas nos níveis de testosterona natural. Lógico que esse efeito é dose dependente e em usuários que usam altas doses (30/+mg/dia) ja se pode notar os efeitos colaterais androgênicos.
Dbol também não afeta os níveis de colesterol em doses moderadas(15) e parece ser benéfica em atletas por estocar potássio(14).
EFEITOS COLATERAIS.
Por aromatizar, pode causar ginecomastia em algumas pessoas e também a acne é problema para alguns.
Para evitar ginecomastia normalmente é acompanhada a administração desta droga com o uso de citrato de tamoxifena (Nolvadex). Mulheres devem evitar o uso desta droga, porém se decidirem utilizá-la, a dosagem deve ser baixa.
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1 comentários:
Eu fui diagnosticado em 17 de abril de 2015 e descobri que sou HIV positivo. Fiquei assustado porque não há cura para o HIV/aids, mas hoje algumas pessoas ainda não acreditam que haja cura para o HIV, ele só pode ser curado através das raízes e ervas africanas, e nosso médico está aqui nos EUA, poucos deles sabem que a medicina herbácea africana pode curar o Hiv, mas eles optam por escondê-lo de nós apenas para fazer uma venda de perícia médica. Fiz uma pesquisa online para encontrar uma maneira de me livrar da minha doença, vi um comentário sobre um médico herbáceo na internet chamado Dr itua, que curou várias doenças com sua poderosa medicina herbácea, entrei em contato com ele sobre o que-app, conversei com ele e expliquei-lhe o que sou. Ele disse que pode curar o hiv perfeitamente bem, ele me deu seu pedido que eu enviei a ele. Dentro de 5 dias ele me enviou o remédio herbal através do serviço de entrega de correio e me disse como tomar o remédio por 2 semanas para ficar curado, eu o fiz por 2 semanas, dentro destes 7 dias eu notei uma grande mudança em minha saúde e eu notei que algo grande aconteceu, então eu fui confirmar meu resultado depois de terminar o remédio herbal por duas semanas ele foi absolutamente negativo. O médico que era novo eu era hiv positivo estava me perguntando como eu era negativo, o que foi necessário para conseguir a cura e se eu consegui este medicamento e como me livrei dele, eu lhe disse tudo sobre o remédio herbal que me curava. Imagine o médico me dizendo para não deixar ninguém saber sobre isso, eu não fiquei chocado apesar de saber que eles sabiam da cura à base de ervas, mas optei por escondê-la em outros para fazer vendas de medicamentos especializados, se você é soropositivo ou outra doença como, Célula Falciforme, Câncer, Hiv, Herpes, Shingles, Hepatite B, Inflamatório do Fígado, Diabetes, Fibrose, Parkinson, Alzheimer, doença de Bechet, doença de Crohn, Doença de Cushing,Insuficiência cardíaca,Esclerose múltipla,HipertensãoFator V de insônia familiar fatal Mutação Leiden, Doença de Epilepsia Dupuytren,Diabetes Desmoplásica de pequenas células, Doença celíaca, Creutzfeldt-Jakob, Angiopatia Amilóide Cerebral, Ataxia, Artrite, Escoliose Lateral Amiotrófica, Síndrome Fibrodisplasia Ossificante, Esclerose Ossificante, Convulsões, Carcinoma Adrenocortical. Asma,Doenças alérgicas,,Copd,Glaucoma, Catarata,Degeneração macular,Doença cardiovascular,Doença pulmonar,Próstata aumentada,Osteoporose,Autismo,Fibromialgia,Toxicidade da fluoroquinolona,Demência.., Doença de Lyme,Linfoma não Hodgkin,Câncer de pele,Câncer uterino,Câncer de próstata Dercum,Lúpus,Hpv,Fraca Ereção,Infertilidade,Fibromialgia,Diarréia crônica,Recupere seu ex, Als,SYPHILIS,Câncer Colo-Retal,Câncer de Sangue,Câncer de Mama,Câncer de Pulmão,Câncer de Próstata,Autismo,Câncer de Cérebro,Doença Genética,Epilepsia, Doença de Parkinson,. . por favor, contate meu salvador drituaherbalcenter@gmail.com ou WHATSAPP número +2348149277976.
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